Cidade Itanhaém

Ruas intransitáveis de Itanhaém seguem igual, dez meses após denúncias

Sábado, 24 de agosto de 2019.

Da Redação B.F.: Por incrível que pareça, passados praticamente dez meses após denúncias de moradores do bairro Gaivotas, em Itanhaém, no sentido de buscarem desesperadamente ajuda de autoridades e indo implorar até nas mídias, incluído o Baixada de Fato, a situação calamitosa segue a mesma.

Pessoas com necessidades médicas crônicas e urgentes, encontram-se praticamente isoladas, após cada chuva, devido ao intransitável das ruas não calçadas e com enormes buracos, que formam mini-piscinas. Um dos moradores, Sr. Airton, por exemplo, enviou esta mensagem ao repórter Rogério, integrante do Portal Baixada de Fato:

– “Rogério, só o João Paulo (vizinho), pode falar para Vc o sofrimento nosso quando chove aqui. Normalmente a Van não vem até aqui em casa, temos que andar quase 1000 mts debaixo de chuva, passar por dentro de verdadeiras lagoas na rua… Isto para minha esposa não perder o tratamento de hemodiálise, está complicado”.

Na época, Baixada de Fato publicava a seguinte reportagem, sendo que, aparentemente, absolutamente nada mudou:

‘Segundo relatos de moradores do bairro Gaivotas (antigo Sítio Velho) a falta de infra-estrutura nas ruas do bairro está impedindo que o transporte público garantido pela prefeitura para levar pessoas que precisam fazer tratamento médico em locais mais distantes, como em outras cidades, tratamentos de necessidade continuada como Hemodiálise, Quimioterapia, Radioterapia, coquetel para HIV e outras mais, seja feito com regularidade.

Devido às chuvas e alagamentos, as ruas do bairro ficam intransitáveis tanto para carros como para os transeuntes, que ficam ilhados em sem condições de se locomoverem.

Segundo a população, as pessoas que fazem esses tipos de tratamento precisam andar de 5 a 6 kms próximo à rodovia para pegar o transporte enviado pela prefeitura. A empresa contratada para a prestação de Serviço, Viana Tur, alega que as ruas não permitem condições para pegar estas pessoas em suas residências.

O impasse não tem previsão de resolução e a população que paga altos impostos ainda vive na precariedade de suas necessidades básicas não serem atendidas.

A pergunta que não quer calar: Até quando?’

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